Descrição

A cada quatro anos, o povo brasileiro vai às urnas escolher seus representantes políticos, baseados em um sistema democrático constitucional, nos níveis federal e estadual. Boa parte dos cristãos também se dirige a este ritual cívico crendo ser essa uma obrigação moral e civil, e o fazem com uma boa consciência diante de Deus e dos homens, certos de que, se não fazem nada de virtuoso, ao menos evitam vicissitudes e incômodos desnecessários como cidadãos e não pecam contra Deus. Contudo, parece que, entre nós, esse ato nunca foi feito um caso de consciência com o objetivo de ser escrutinado à luz da Escritura Sagrada, a de ser aprovado ou rejeitado pela lei divina, a qual deve guiar fundamentalmente a conduta do cristão; pois, como diz o profeta, “[à] lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo estapalavra, é porque não há luz neles” (Is. 8:20). Embora desconhecida da maioria dos cristãos brasileiros
(especialmente nos círculos reformados e presbiterianos), há uma longa tradição entre os presbiterianos escoceses/irlandeses  que imigraram para os EUA, de se recusarem não só a votar, mas também a assumir cargos públicos, entrar nas forças armadas ou até servir como jurado nos tribunais.

Essa tradição, porém, é muito mais ampla e católica , pois se fundamenta em uma prática dos reformados e cristãos, em geral, de  se recusarem a serem incorporados a governos ímpios e de resistirem a qualquer tipo de tirania (eclesiástica ou civil), que viole os direitos dos homens ou os de Deus. Os autores desse artigo, após profunda meditação sobre essa e outras questões, foram convencidos de que essa tradição está correta e que deve ser seguida pelos cristãos de nossa nação também, e, por isso, tentamos aqui defendê-la, principalmente no que diz respeito ao voto. 

Informações adicionais

Título: O voto e o dia do Senhor | Felipe Parreira

Páginas: 35

Dimensões: 14,5 × 21 × 0,5 cm

Autor: Felipe Parreira

Editora: Estante Confessional

 

O voto e o dia do Senhor | Felipe Parreira

R$10,10
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A cada quatro anos, o povo brasileiro vai às urnas escolher seus representantes políticos, baseados em um sistema democrático constitucional, nos níveis federal e estadual. Boa parte dos cristãos também se dirige a este ritual cívico crendo ser essa uma obrigação moral e civil, e o fazem com uma boa consciência diante de Deus e dos homens, certos de que, se não fazem nada de virtuoso, ao menos evitam vicissitudes e incômodos desnecessários como cidadãos e não pecam contra Deus. Contudo, parece que, entre nós, esse ato nunca foi feito um caso de consciência com o objetivo de ser escrutinado à luz da Escritura Sagrada, a de ser aprovado ou rejeitado pela lei divina, a qual deve guiar fundamentalmente a conduta do cristão; pois, como diz o profeta, “[à] lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo estapalavra, é porque não há luz neles” (Is. 8:20). Embora desconhecida da maioria dos cristãos brasileiros
(especialmente nos círculos reformados e presbiterianos), há uma longa tradição entre os presbiterianos escoceses/irlandeses  que imigraram para os EUA, de se recusarem não só a votar, mas também a assumir cargos públicos, entrar nas forças armadas ou até servir como jurado nos tribunais.

Essa tradição, porém, é muito mais ampla e católica , pois se fundamenta em uma prática dos reformados e cristãos, em geral, de  se recusarem a serem incorporados a governos ímpios e de resistirem a qualquer tipo de tirania (eclesiástica ou civil), que viole os direitos dos homens ou os de Deus. Os autores desse artigo, após profunda meditação sobre essa e outras questões, foram convencidos de que essa tradição está correta e que deve ser seguida pelos cristãos de nossa nação também, e, por isso, tentamos aqui defendê-la, principalmente no que diz respeito ao voto. 

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